Eu, em meu momento de ócio produtivo, estava acessando Orkut para fazer minhas coisas rotineiras, acessar as comunidades que, às vezes, acompanho. É bastante comum achar pessoas com aquelas frases: “mais feliz impossível” e coisas do tipo. Como não sei da vida de algumas pessoas, dou o crédito da minha ignorância, isto é, como não sei do fato presumo que possa ser verdade. Em outros casos não é assim, tenho certeza que determinada pessoa está triste, passou por um momento difícil, terminou o relacionamento, tem crises existenciais e outras emices. Então, o que leva a essas pessoas fazerem questão de aparentar uma felicidade para as outras pessoas? Pra que ficar por cima da carne morta? O que se ganha com isso? Não seria infantilidade não assumir um momento crítico? Tentarei explicar essas e outras indagações sobre esse assunto. Leia o restante do artigo ‘Fake Felicidade: um Status Social’ »
Fake Felicidade: um Status Social
Ensaio sobre a loucura, felicidade e sabedoria.
Para iniciar esse assunt
o, nada melhor que falar sobre a obra “Elogio da Loucura” de Erasmo de Rotterdam, onde ele discorre a favor da loucura, defendendo o fato de os loucos (não no sentido patológico da medicina, claro) serem mais felizes, fazendo uma espécie de tributo à loucura.
O “Elogio da Loucura” é repleto de alusões clássicas, escritas no estilo típico dos humanistas do Renascimento. A Loucura se compara a um dos deuses, filha de Plutão e Frescura, educada pela Inebriação e Ignorância, cujos companheiros fiéis incluem Philautia (amor-próprio), Kolakia (elogios), Lethe (esquecimento), Misoponia (preguiça), Hedone (prazer), Anoia (Loucura), Tryphe (falta de vontade), Komos (destempero) e Eegretos Hypnos (sono morto). Leia o restante do artigo ‘Ensaio sobre a loucura, felicidade e sabedoria.’ »

